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Em 82% das empresas brasileiras, IA que ninguém aprovou

Em 82% das empresas brasileiras, IA que ninguém aprovou

Em 82% das empresas brasileiras, tem funcionário usando IA que ninguém aprovou. Só 18% dizem usar IA de forma integrada.

Os números são de uma pesquisa da SAP com a Oxford Economics, que ouviu 2.600 líderes em 13 países, 200 deles no Brasil, e foram publicados numa reportagem da Exame.

O primeiro dado considera o uso de ferramentas de IA de terceiros sem aprovação ou supervisão formal, pelo menos de vez em quando. O modelo mais comum ainda é o de projetos isolados, citado por 48%.

Esse uso sem aprovação ficou conhecido como shadow AI. O risco de vazamento de dados costuma aparecer nessa discussão, e 43% das empresas brasileiras ouvidas relataram vazamento de dados ou de propriedade intelectual ligado a essas ferramentas. Na lista da SAP, os resultados inconsistentes aparecem acima, com 50%.

Só 15% das empresas brasileiras ouvidas consideram os processos totalmente preparados pra governar IA, segundo a Exame. Cerca de 29% não têm controle de permissão e acesso pra agentes e, segundo a SAP, apenas metade mantém um registro formal dos agentes que usa.

Tem também um risco de continuidade descrito na reportagem. Quando um agente ou uma automação fica na conta pessoal de quem criou, sem documentação nem ligação com a infraestrutura da empresa, o fluxo pode parar se essa pessoa sai.

As empresas mais maduras, ainda de acordo com a matéria, começam a concentrar agentes, modelos e fluxos num mesmo ambiente corporativo, feito em casa ou contratado. Assim conseguem definir quem pode usar o quê e acompanhar os acessos e o consumo.

Na Mesa a gente seguiu esse caminho com o Mesa OS. Quem usa o quê, quanto custa e onde os dados ficam passou a ser decidido num lugar só, e não na conta pessoal de cada um.

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